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Curitiba,30/04/2026

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Síndica suspeita de matar comerciante em distribuidora de Curitiba diz que tiro foi acidental

Síndica suspeita de matar comerciante em distribuidora de Curitiba diz que tiro foi acidental

BB
Síndica suspeita de matar comerciante em distribuidora de Curitiba diz que tiro foi acidental Comerciante morto a tiros dentro da própria distribuidora no Ganchinho foi identificado como Renato Alves da Silva, de 43 anos. Foto: Marcelo Borges/Colaboração/Ric RECORD

A síndica suspeita de matar o comerciante Renato Alves da Silva, de 43 anos, continua presa após prestar depoimento à Polícia Civil do Paraná (PCPR). O caso ocorreu na noite de segunda-feira (27), em uma distribuidora de bebidas no bairro Ganchinho, em Curitiba. A investigação aponta que vítima e suspeita tinham um desentendimento relacionado à negociação de um apartamento, com uma dívida.



Síndica suspeita de matar comerciante no Ganchinho diz que atirou por acidente após vítima partir para cima durante encontro. Foto: reprodução/Ric RECORD

Em depoimento, em que a Ric RECORD teve acesso, a mulher afirma que queria vender um apartamento para a vítima. No entanto, o imóvel estava passando por questões burocráticas. (Clique aqui e relembre o caso).


“Eu falei: ‘Eu tenho um apartamento, estava ajuizado, passando pela Justiça. Aí eu falei para ele: ‘Quando sair o parecer, se você quiser, eu te vendo o apartamento’”.


No entanto, após a proposta, a suspeita disse que Renato começou a cobrá-la. “Só que daí ele começou a pegar dinheiro de vários agiotas, de várias pessoas, e começou a me acelerar, mandando ameaças para mim”.


Síndica suspeita de matar comerciante em Curitiba foi até distribuidora

Devido as ameaças, a mulher relatou que foi até a distribuidora para poder conversar e negociar a situação com o suspeito.


“Eu fui lá só para conversar, mas ele começou a me ameaçar, que já vinha ameaçando eu, meu marido e até minha neta, de nove anos”, disse.


Sobre o momento do crime, a suspeita declarou que o tiro foi acidental.


“Eu tava com a arma aqui e peguei na arma. Ele falou assim: ‘Vai me matar?’. Falei: ‘Claro que não’. Ele veio para cima, na hora que veio, disparou em mim, só que eu não senti o tiro. Aí eu peguei a arma, virei para o lado dele e disparou a arma. Na hora que eu vi que ele caiu, peguei e saí correndo”, complementou.


Após o tiro, a mulher deixou o local e deu entrada no Hospital do Trabalhador com um ferimento de raspão. Depois de receber alta, foi encaminhada à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi ouvida e presa.


Vítima morreu no local

Renato foi atingido por dois disparos de revólver calibre .38 na região do tórax e morreu no local. Não há registro de testemunhas diretas.


A investigação, conduzida pela DHPP, continua em andamento e inclui a análise de imagens de câmeras de segurança da região.

Matéria:

Síndica é presa suspeita de matar comerciante a tiros dentro de distribuidora em Curitiba

Mulher afirmou à polícia que atirou em legítima defesa e que estava sendo ameaçada de morte pelo comerciante


Uma mulher que atua como síndica de um condomínio foi presa sob a suspeita de matar a tiros o comerciante Renato Alves da Silva, de 43 anos, dentro de uma distribuidora de bebidas no bairro Ganchinho, em Curitiba. A prisão foi confirmada à Banda B pela Polícia Civil nesta terça-feira (28).


O crime aconteceu na noite de segunda-feira (27), na Rua Rubens Stresser. Renato foi atingido por dois tiros de revólver calibre .38 na região do tórax e morreu no local. Não há, até o momento, testemunhas diretas. A suspeita tem 50 anos e deve responder por homicídio.



Comerciante morto a tiros dentro da própria distribuidora no Ganchinho foi identificado como Renato Alves da Silva, de 43 anos. Foto: Marcelo Borges/Colaboração/Ric RECORD

Logo após os tiros, a síndica deu entrada no Hospital do Trabalhador com um ferimento de raspão. Aos policiais, ela afirmou que atirou em legítima defesa e alegou que o comerciante teria disparado primeiro. A versão passou a ser contestada ainda no atendimento inicial da ocorrência.


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Após receber alta, ela foi encaminhada à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento e acabou presa.


Comerciante é morto em distribuidora

Segundo o delegado Victor Menezes, a investigação ainda está em fase inicial e nenhuma linha foi descartada. “São informações precárias. O crime acabou de acontecer e várias informações estão chegando. A princípio, a motivação seria uma dívida de R$ 60 mil por conta da aquisição de um imóvel, mas essa linha ainda está sendo explorada. É muito cedo para adiantar qualquer conclusão”, afirmou.


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A principal hipótese é de que a suspeita e a vítima tinham um desentendimento relacionado à negociação de um apartamento, que teria sido vendido para mais de uma pessoa. A dívida mencionada gira em torno de R$ 60 mil, e Renato estaria pressionando a mulher pela devolução do valor.


“Conforme apurado, durante as cobranças, a vítima passou a ameaçar de morte a autora e familiares dela, situação que antecedeu o homicídio”, disse a Polícia Civil, em nota.


O caso segue sob investigação da DHPP. A identidade da suspeita não foi divulgada. O delegado agora analisa imagens de câmeras de segurança da região.

BB




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